Perguntas frequentes
As respostas que damos na primeira reunião — publicadas antes dela.
Sobre a Thunder
As duas coisas — de propósito. Consultoria desenha e vai embora; agência executa o que mandam. A Thunder desenha e opera, e o placar é o mesmo nos dois momentos. O nome disso é marketing de canal com método.
Ligamos o investimento de marketing de marcas que vendem por distribuidores, concessionárias e revendas à venda na ponta — o sell-out. Seis frentes de operação, um método de sete etapas, um placar. Começa sempre pelo Assessment de Canal.
Sim — a operação é remota com rituais de gestão, documentação e cadência de entrega. Operamos um sistema de 12 países a partir do Leblon; distância não é o problema.
Fazemos conteúdo como parte de um sistema que termina em venda. Se a demanda for só volume de posts, provavelmente não somos o melhor fit — e preferimos dizer isso agora.
Sobre o Assessment de Canal
Trinta a quarenta e cinco dias dentro do seu negócio para responder três perguntas: o que está acontecendo, por que alguém escolheria você, e como isso vira venda — e por quais mãos. Sai com diagnóstico, Roadmap de Oportunidades priorizado e business case.
Se você seguir conosco, o valor do Assessment é abatido nas primeiras mensalidades. Se ao final você considerar que não valeu, devolvemos integralmente. A condição: participar das sessões e dar acesso ao dado. Você só paga se ele tiver valor — e você decidir não seguir.
Faz. O assessment não substitui ninguém: ele mostra onde o marketing está parando de virar venda. Se a sua agência atual resolver, você saiu ganhando.
Já provamos o método em duas indústrias diferentes — bebidas e automotivo — com o mesmo problema no meio: a venda acontece na mão de terceiros. E o assessment existe exatamente para aprender a economia do seu negócio antes de propor qualquer coisa. Se a estratégia servisse para o seu concorrente, ela não seria sua.
Sobre o modelo de trabalho
A porta de entrada é o Assessment (projeto, preço fechado). Quem segue entra na Operação Evolutiva: contrato de 12 meses com núcleo consultivo fixo e capacidade de execução — priorizada pelo Roadmap, repriorizada no QBR trimestral.
Porque escopo fechado é um contrato para executar o passado: o mercado muda dentro do contrato e os dois lados passam a otimizar a lista, não o resultado. O que você precisa de previsível é o investimento e a capacidade — onde aplicar, a gente decide junto, a cada ciclo, com o placar na mesa.
Acesso ao dado (não só ao briefing), métrica de sucesso definida em conjunto, um ponto único de decisão do seu lado e presença no ritual trimestral. Parceria é bidirecional — sem isso, viramos fornecedor, e fornecedor você já tem.
O Assessment tem preço fechado, definido pelo porte da operação — você sabe o valor antes de assinar, e ele tem Garantia de Valor. A Operação Evolutiva é dimensionada pelo Roadmap que sai do próprio assessment. Números na primeira conversa, sem enrolação.
O diagnóstico entrega valor em 30–45 dias — é desenhado para isso. Na operação, o placar tem quatro níveis: atividade e performance reagem em semanas; sell-out e capacidade são compostos, e é por isso que o contrato é de evolução, com leitura trimestral.
Como amplificador da execução e nunca como enfeite: produzir ficou barato, decidir o que produzir ficou caro. A camada de decisão — diagnóstico, priorização, leitura de placar — é gente sênior; a produção é produtizada e amplificada por IA. "Faz um chatbot pra gente" sem problema de negócio por trás, a gente recusa.
Sobre setores
Marcas que vendem por canal indireto. Prova pública em bebidas/CPG e automotivo/motos; o mesmo desenho vale para construção, agro e equipamentos — onde a revenda, a cooperativa e o representante vivem o mesmo problema.
O método nasceu dentro do maior sistema de distribuição da América Latina — conhecemos os dois lados. Se você distribui e sente a dor invertida, a primeira conversa é a mesma: o raio-x da ligação demanda → operação → sell-out.